Conheça agora a Rede de Mídia de Varejo: uma novidade inovadora e rentável para o comércio varejista.

Quando você pensa em grandes comércios varejistas, quais os primeiros nomes que vem à sua mente? Talvez, Magazine Luiza, Mercado Livre, Ifood, Amazon? Já pensou se esses grandes varejistas se tornassem, além de lojas, canais de mídia? 

Isso já está acontecendo com a estratégia recém-chegada no Brasil conhecida como Retail Media Networking, traduzindo para o português: Rede de Mídia de Varejo. 

Neste artigo vamos te explicar um pouco mais sobre o assunto e como essa novidade pode alavancar resultados de negócios. Não deixe de conferir este conteúdo exclusivo que preparamos para você!

O que é rede de mídia de varejo?

Rede de Mídia de Varejo, em inglês Retail Media Network (RMN), é uma estratégia já existente fora do país, mas que começou a ganhar relevância agora com a ascensão digital. Ela já tem sido trabalhada na América Latina com resultados muito positivos. 

Pensando nisso, a Media.Monks está explorando essa novidade junto ao comércio varejista brasileiro como uma nova alternativa de receita. Ainda não está claro como funciona essa estratégia? Calma que a gente explica em detalhes!

O comércio varejista só tem a ganhar com essa nova estratégia de vendas

A RMN trabalha com o uso de dados primários, aos quais os varejistas têm acesso, para veicular espaços publicitários para anunciantes – ou seja, a nova solução tem como objetivo criar um fluxo de receita dentro dos comércios varejistas através desses dados, além disso, pode gerar de 2 a 3 vezes mais margens do que o negócio principal de compra e venda de produtos.

Alguns players ainda estão relutantes em investir na estratégia, mas quem já apostou, aproveita os lucros. A Amazon, por exemplo, já começou a investir na rede de mídia de varejo com a Amazon Ads e, pela primeira vez em sua história, recebeu mais investimento em mídia vindo de outras marcas do que investiu em mídia própria. 

E não para por aí! Na América Latina, outras grandes marcas varejistas já exploram as possibilidades da rede de mídia de varejo: Magalu Ads, Ifood Ads, Mercado Ads, RD Ads, etc., estão entendendo o potencial do espaço que estão adquirindo e lidando com dados diretos que ajudam a compreensão dos hábitos comportamentais dos consumidores. 

De onde vem o faturamento da rede de mídia de varejo?

Ao trabalhar com a rede de mídia de varejo, o comércio varejista tem dados únicos e valiosos de conversão e comportamento do consumidor – enquanto, os varejistas que são apenas anunciantes, aguardam e buscam algum dado relevante para impactar esse consumidor – basicamente, a estratégia une o “útil ao agradável” e propicia um canal de mídia seguro muito rentável, já que através dele é possível medir a conversão de resultados e otimizar os gastos com mídia através do próprio aumento de vendas.

Segundo o relatório Latin America Retail Media Advertising 2022, feito pela eMarketer, os gastos com publicidade no e-commerce, em 2022, representarão 14,5% dos gastos totais em publicidade digital nos EUA, uma soma de US$ 39,9 bilhões. Já na China, a previsão é de um crescimento de 40%, totalizando um valor de US$ 55 bilhões.

O faturamento de quem já aderiu à rede de mídia de varejo reforça a importância de se manter atualizado no comércio varejista

E todos esses cifrões impactam na rede de mídia de varejo? Com certeza! Estudos já preveem que as campanhas feitas “localmente”, ou seja, através da estratégia, podem registrar até 90% de EBITDA ou LAJIDA (lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização), enquanto as campanhas externas registram cerca de 40/60%.

Vale a pena configurar uma rede de mídia de varejo?

O consumidor mudou, os hábitos de consumo mudaram e as prioridades dos usuários também! Agora, é preciso ir além para conseguir conversar com esse consumidor de forma consistente e estratégica, então, caso você esteja se perguntando: mesmo que a estratégia (ainda) não seja popular no Brasil, vale a pena investir em uma rede de mídia de varejo? 

A resposta é: sim! Além do diferencial inovador latente, ainda existem outras vantagens envolvidas na estratégia. Confira 6 vantagens:

  • 1 – Fluxo de receita lucrativo: um novo fluxo de receita que promete aumentar os seus ganhos de forma direcionada e constante;
  • 2 – Centraliza seus esforços: afinal, você pode ser loja e anunciante ao mesmo tempo, centralizando os esforços, custos e lucros;
  • 3 – Considera a experiência do consumidor: a centralização do uso dos dados dos usuários torna a experiência mais segura e integrada, melhorando também a jornada de compra;
  • 4 – Está crescendo muito rápido ao redor do mundo: 1 a cada 6 dólares é gasto em redes de mídia hoje! Em apenas 2 anos, a previsão é que esse gasto represente cerca de 20% de todos os gastos com mídia digital – é a sua oportunidade de se destacar com um diferencial inovador e extremamente competitivo;
  • 5 – Fornece diversos dados relevantes para as suas estratégias: os dados de conversão, jornada, hábitos de consumo e navegação, todos centralizados e integrados para contribuir com as suas estratégias;
  • 6 – Personalização: com todos os dados “em casa”, é mais fácil personalizar suas estratégias e comunicações para conversar com possíveis leads e visitantes que já estão habituados ao seu negócio.

E isso só para começar, ainda usando o exemplo da Amazon, vale ressaltar que em 2021, os anúncios da companhia alcançaram mais de US$ 31 bilhões em receita, quase 5% do faturamento total.

E mais: os e-commerces têm se tornado um grande player na hora da pesquisa! Ao redor do mundo, os consumidores não consideram mais só o Google como motor de busca, fazendo dos comércios varejistas pilares presentes na hora da descoberta e consideração da jornada de compra. No México, por exemplo, sites como Amazon e Mercado Livre já são considerados concorrentes diretos de motores de busca, como Google e Bing. Quer prova maior da mudança de comportamento do usuário?

O que é necessário para criar essa rede?

Mas se a tendência do comércio varejista está chegando no Brasil, como já se preparar para configurar sua rede de mídia de varejo? É simples, basta que a sua empresa tenha um site, uma loja virtual, aplicativo ou qualquer outra plataforma online. Dá uma olhada em um exemplo real e pertinho de nós!

Ainda assim, como o modelo é novo no Brasil, a estruturação pode levar algum tempo de modo geral, já que demanda amplo conhecimento em tecnologia e vendas, além de, é claro, entender o funcionamento da rede de mídia de varejo em si – por isso, é fundamental contar com uma equipe especializada e com experiência no segmento.

Quem oferece esse serviço no Brasil?

A Media.Monks está profundamente inserida no processo de elaboração de redes de mídias, pois é uma parceira do Google para esse tipo de serviço não só no Brasil, como mundialmente. A M.M traz toda a expertise para explorar o alto potencial varejista local, bem como para ajudar mais marcas a se manterem competitivas.

Dessa forma, a sua rede de mídia de varejo se torna uma solução de rápida implementação e que pode começar a gerar uma nova receita para o seu comércio varejista, a partir de 30 dias do setup inicial. Portanto, se você tem interesse em saber mais sobre o serviço, não deixe de entrar em contato conosco ou com a Media.Monks através do formulário de contato.

O trabalho deve ser em conjunto para montar uma rede de mídia de varejo. Conte sempre com quem entende do assunto e está preparado para colocar o seu projeto em prática

Esse é o nosso papel, ajudar as empresas que querem se preparar e não deixar o mercado ser dominado pelos monopólios, aumentando a competitividade e os diferenciais que impactam diretamente os consumidores. Você está pronto para inovar no seu negócio?

O que achou dessa nova tendência? Compartilhe com a gente nos comentários e não esqueça que você fica por dentro de todas as estratégias e novidades do marketing digital clicando aqui.

Escrito por:

Paula Ribeiro

Especialista de Conteúdo na Raccoon, tetracampeã do prêmio de Melhor Agência de Marketing de Performance do Brasil pela ABComm (2015, 2016, 2017 e 2018) e melhor da América Latina no Google Premier Partner Awards.

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